O cofundador da Castore defende os preços elevados das camisas: «Se os adeptos não pudessem pagar, esses preços não seriam cobrados»
- Defesa dos preços das camisas: O cofundador da Castore, Tom Beahon, argumenta que os preços elevados das camisas de futebol são sustentados pelas forças do mercado e pela capacidade de pagamento dos fãs.
- Fatores que influenciam os preços: Beahon cita o aumento dos custos de produção, tarifas e inflação, juntamente com investimentos no desporto de elite, como razões para os preços mais altos.
- Abordagem à falsificação e acessibilidade: Beahon minimiza a preocupação com camisas falsificadas e sugere o uso de tecnologia para autenticidade, enquanto a Castore procura oferecer produtos mais acessíveis através de gamas de nível básico.
O cofundador da Castore, Tom Beahon, defendeu o aumento do custo das réplicas de camisas de futebol numa entrevista ao podcast Big Boss Interview da BBC, dizendo que as forças do mercado naturalmente fariam os preços baixarem se os fãs realmente não pudessem pagar por elas.
«Vivemos numa sociedade capitalista, se as pessoas não pudessem pagar, esses preços não seriam cobrados.»
Beahon disse que a empresa opera dentro das realidades do capitalismo e que os preços atuais refletem os fundamentos económicos.
As novas camisas da Irlanda 2026 custam 105/145 euros e também vêm com o logótipo do patrocinador — houve muito ódio por ambos.
Beahon citou o aumento dos custos de produção, o aumento das tarifas e a inflação como os principais fatores por trás dos aumentos de preços, juntamente com um investimento sem precedentes no desporto de elite, que exige retorno.
Quando questionado sobre o crescente mercado de camisas falsificadas, ele descartou isso como uma preocupação, sugerindo que a futura tecnologia de microchips nas camisas poderia verificar a autenticidade e criar oportunidades adicionais de envolvimento dos fãs. A Castore, que fornece equipamentos para clubes como Everton, Rangers, Burnley e Preston North End, tem enfrentado críticas sobre os preços dos equipamentos, mas Beahon afirma que a empresa está a abordar a questão da acessibilidade através de gamas de produtos de nível básico, ao mesmo tempo que opera dentro da economia de mercado padrão.
«Quero dizer, passo muito tempo a pensar em produtos falsificados? Não, não passo.»
Concorda com a posição de Beahon sobre os preços dos equipamentos? Diga-nos nos comentários e ouça a entrevista completa na BBC.

